Desde quando nós,
Desatamos nós,
Superamos sós,
Silenciando a voz.
Sendo jurados e réus,
Atuamos deliberadamente,
Aturamos displicentemente,
Alteramos indiscriminadamente
O ambiente em que habitamos.
Nós desatamos nós,
Nós atuamos sós,
Sós aturamos nós,
Nós alteramos vós.
Manipuladores, mentores da mentira.
Manipulando com deboche,
Ventríloquos, fantoches,
Marionetes, bonecos.
Comentários ilógicos,
Num papel higiênico,
Domínio da arte cênica, do ar cínico.
Arsênico ao anêmico mímico.
Arquétipos irônicos,
Ventríloquos, fantoches,
Marionetes, Bonecos,
Manipulados pelos mentores.
Manipuladores, mentores da mentira.
(Compositor: Michel F.M.) ©
domingo, 23 de outubro de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Patentes Manchadas
Suavemente dilacerados,
Eletrificados ao vosso desígnio.
Sobre os ombros, escombros,
Sob a moral, o indigno.
Mortalhas retorcem moinhos,
Calando nossa ronquidão,
Malhas sufocam os espinhos,
Mantas da inexpressão.
Nas Patentes Manchadas
Coloquemos alvejante.
Hemorragias estancadas
No Inanimado Militante.
A carne, o sangue e a mamata,
O alvará e a demência implantada,
Simulada a existência pacata,
Empurrão pra masmorra maquiada.
A sangueira estancada,
A cegueira velada,
A estribeira perdida,
Decaída e vedada.
Destroços e princípios,
Para os is os seus pingos,
No escárnio rendido,
A sangria, o respingo.
Na psicose do gringo,
Fragilizando e ferrando,
Contra a pólvora, o xingo.
Sócios em consórcios,
Em que estragos são negócios,
Militarismo e Sacerdócio,
Exercício do ócio, ócios do ofício.
Após as trincheiras,
Recém afrouxadas,
O militante padece,
Em Patentes Manchadas.
(Compositor: Michel F.M.) ©
Eletrificados ao vosso desígnio.
Sobre os ombros, escombros,
Sob a moral, o indigno.
Mortalhas retorcem moinhos,
Calando nossa ronquidão,
Malhas sufocam os espinhos,
Mantas da inexpressão.
Nas Patentes Manchadas
Coloquemos alvejante.
Hemorragias estancadas
No Inanimado Militante.
A carne, o sangue e a mamata,
O alvará e a demência implantada,
Simulada a existência pacata,
Empurrão pra masmorra maquiada.
A sangueira estancada,
A cegueira velada,
A estribeira perdida,
Decaída e vedada.
Destroços e princípios,
Para os is os seus pingos,
No escárnio rendido,
A sangria, o respingo.
Na psicose do gringo,
Fragilizando e ferrando,
Contra a pólvora, o xingo.
Sócios em consórcios,
Em que estragos são negócios,
Militarismo e Sacerdócio,
Exercício do ócio, ócios do ofício.
Após as trincheiras,
Recém afrouxadas,
O militante padece,
Em Patentes Manchadas.
(Compositor: Michel F.M.) ©
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(des) rimando,
Áspera Seda,
Bruno Michel Ferraz Margoni,
Compositor,
elo solene,
Escritor,
mais um amanhecer,
michel f.m.,
O último registro da raça humana,
Patentes Manchadas,
Poeta
sábado, 25 de junho de 2011
Sindicato das Bruxas
Eras de tradição
Se afunilaram entre as unhas,
Acusaram mulheres sábias
De reles feitiçaria,
A idade era média,
Mas agiam como múmias,
O populacho era adestrado
Pra fazer o que o rei queria.
Prevalece a ignorância,
Viva a monarquia !
No entanto eu prefiro
O movimento da anarquia.
República é um vislumbre
E o comunismo também,
Por isso entrei pro partido
Das Bruxas de Salém.
Mas...
O sindicato das bruxas fechou,
E agora o que vai ser
Dessa nobre profissão ?
O sindicato das bruxas
Encerrou a filiação.
No ofício de ladrão,
Tem até eleição,
Auxilio paletó,
Ticket refeição.
Enquanto as bruxinhas
Se equilibram no condão,
Seus inquisidores voam de avião.
O sindicato das bruxas fechou,
E agora o que vai ser
Dessa nobre profissão ?
O sindicato das bruxas
Encerrou a filiação.
Mas nem tudo tá perdido,
Nesse mundo de heresias,
Vô acendê uma fogueira
E juntar a bruxaiada,
Vamo fazê um churrasco
E dá uma proseada.
(Compositor: Michel F.M.) ©
Se afunilaram entre as unhas,
Acusaram mulheres sábias
De reles feitiçaria,
A idade era média,
Mas agiam como múmias,
O populacho era adestrado
Pra fazer o que o rei queria.
Prevalece a ignorância,
Viva a monarquia !
No entanto eu prefiro
O movimento da anarquia.
República é um vislumbre
E o comunismo também,
Por isso entrei pro partido
Das Bruxas de Salém.
Mas...
O sindicato das bruxas fechou,
E agora o que vai ser
Dessa nobre profissão ?
O sindicato das bruxas
Encerrou a filiação.
No ofício de ladrão,
Tem até eleição,
Auxilio paletó,
Ticket refeição.
Enquanto as bruxinhas
Se equilibram no condão,
Seus inquisidores voam de avião.
O sindicato das bruxas fechou,
E agora o que vai ser
Dessa nobre profissão ?
O sindicato das bruxas
Encerrou a filiação.
Mas nem tudo tá perdido,
Nesse mundo de heresias,
Vô acendê uma fogueira
E juntar a bruxaiada,
Vamo fazê um churrasco
E dá uma proseada.
(Compositor: Michel F.M.) ©
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Áspera Seda,
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Compositor,
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michel f.m.,
O último registro da raça humana,
Poeta,
Sindicato das Bruxas
terça-feira, 24 de maio de 2011
O Propósito
Persuadir, ludibriar, iludir, enganar,
Convencer, viciar, dissuadir, abnegar.
Efêmeras alegações que desembocam
Em uma sentença,
A propósito a proposta é propensa.
Abrir mão ou apegar-se,
Ao discurso que é desconfiado,
Quem duvida é duvidoso,
O incerto está acertado,
Ferramentas pra divulgar,
O poder de propagar.
A propósito é o propósito, O Propósito.
A propósito esse é meu propósito,
Expressar, Estressar, estragar,
Estalar, Estrilar, Extirpar,
É o propósito.
A propósito é o propósito, O Propósito.
O propósito é proposital
E propositalmente eu propositei.
(Compositor: Michel F.M.) ©
Convencer, viciar, dissuadir, abnegar.
Efêmeras alegações que desembocam
Em uma sentença,
A propósito a proposta é propensa.
Abrir mão ou apegar-se,
Ao discurso que é desconfiado,
Quem duvida é duvidoso,
O incerto está acertado,
Ferramentas pra divulgar,
O poder de propagar.
A propósito é o propósito, O Propósito.
A propósito esse é meu propósito,
Expressar, Estressar, estragar,
Estalar, Estrilar, Extirpar,
É o propósito.
A propósito é o propósito, O Propósito.
O propósito é proposital
E propositalmente eu propositei.
(Compositor: Michel F.M.) ©
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Antes solo do que mal Interpretado
Inação é o sentimento que move nossos atos trágicos para conosco. Minamos a possibilidade de evolução em nós mesmos. Nossa capacidade não deve ser mensurável, mas é. Brindamos o alterismo sem nos dar conta, ao passo que bradamos nossa individualidade parcialmente residual. Viva o altruísmo pessoal ! Indivíduos tão livres quanto uma formiga encurralada por um copo. E ficamos indignados por esta situação.
Eu quero ter liberdade, mas para isso tenho que ter um salário, mas para tê-lo, preciso de um emprego, que para conseguir necessito de estudo, e só estudo se tiver tempo, que só é cultivado se eu tiver dinheiro para me manter no ócio criativo e enfim conquistar a liberdade temporal, mental, financeira, na qual possa exercer minha autonomia vital. Besteiras, bobagens, ressaca intelectual.
Então posso me governar, mas percebo que a inquietude de meu corpo é viral, foi contraída de outros e para outros será transmitida, "transmentida" por muitos afim de maquiá-la. Nós somos "Bugs", insetos parasitados (paracitados) batendo a cara na luz e ainda assim sem enxergá-la com clareza, sendo atraídos instintivamente, uma
luz que não ilumina, mas cega. Desorienta todo aquele que a ela persegue. Preferível é a escuridão, não deixa sombra para dúvidas, simplesmente é a falta da luz, tudo fica calmo, quieto, porém imprevisível. Sem saber quando colidirá sua canela com uma mesa de centro no meio da sala. Parece que esta, tão pouco, é uma boa alternativa.
Que bela época vivemos, rodeada de respostas formuladas conceitualmente. Tudo tem uma explicação, menos aquilo que realmente importa, mas nem sabemos o que é que realmente importa; o que faz a diferença é a insistência da igualdade. O que sei é que um Teórico não pratica o que diz, e um Prático não teorisa nada. Ambos são incompletos, por isso se completam ? Não.
Quanta “#&*%@!” nós falamos; conotações sem nenhuma denotação é nisso que acredito. Não se limite a acertar, erre, os erros ampliam nossa percepção de mundo.
Peque e veja que o arrependimento amarga e o perdão purifica. Não Fuja da solidão, em algumas circunstâncias, ela é a chave para seu cadeado. E mentalize: Antes solo do que mal interpretado.
Eu quero ter liberdade, mas para isso tenho que ter um salário, mas para tê-lo, preciso de um emprego, que para conseguir necessito de estudo, e só estudo se tiver tempo, que só é cultivado se eu tiver dinheiro para me manter no ócio criativo e enfim conquistar a liberdade temporal, mental, financeira, na qual possa exercer minha autonomia vital. Besteiras, bobagens, ressaca intelectual.
Então posso me governar, mas percebo que a inquietude de meu corpo é viral, foi contraída de outros e para outros será transmitida, "transmentida" por muitos afim de maquiá-la. Nós somos "Bugs", insetos parasitados (paracitados) batendo a cara na luz e ainda assim sem enxergá-la com clareza, sendo atraídos instintivamente, uma
luz que não ilumina, mas cega. Desorienta todo aquele que a ela persegue. Preferível é a escuridão, não deixa sombra para dúvidas, simplesmente é a falta da luz, tudo fica calmo, quieto, porém imprevisível. Sem saber quando colidirá sua canela com uma mesa de centro no meio da sala. Parece que esta, tão pouco, é uma boa alternativa.
Que bela época vivemos, rodeada de respostas formuladas conceitualmente. Tudo tem uma explicação, menos aquilo que realmente importa, mas nem sabemos o que é que realmente importa; o que faz a diferença é a insistência da igualdade. O que sei é que um Teórico não pratica o que diz, e um Prático não teorisa nada. Ambos são incompletos, por isso se completam ? Não.
Quanta “#&*%@!” nós falamos; conotações sem nenhuma denotação é nisso que acredito. Não se limite a acertar, erre, os erros ampliam nossa percepção de mundo.
Peque e veja que o arrependimento amarga e o perdão purifica. Não Fuja da solidão, em algumas circunstâncias, ela é a chave para seu cadeado. E mentalize: Antes solo do que mal interpretado.
(Autor: Michel F.M.)
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Antes solo do que mal interpretado,
Bruno Michel Ferraz Margoni,
Compositor,
Escritor,
Livro,
michel f.m.,
O último registro da raça humana,
Poeta
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Construtores da Destruição
Compatriotas recebidos com otimismo.
Sacrifício humano por Patriotismo,
O Rito não pode cessar,
Bandeiras, hinos, honrarias,
Na missa dos 7 dias vou comungar.
Velórios, rituais, mutilações,
Muitas confissões a fazer,
Nenhuma remissão a conceder.
Os criadores da criação,
Amaldiçoaram sua benção,
Abençoando sua maldição.
Construtores da Destruição.
Na batalha contra sua criatividade, Ele venceu,
Derrotando a si mesmo, Ele perdeu.
Nas lendárias escrituras a inscrição:
“Virão os Construtores da Destruição.”
Os criadores da criação,
Amaldiçoaram sua benção,
Abençoando sua maldição.
Construtores da Destruição.
(Compositor: Michel F.M.)
Sacrifício humano por Patriotismo,
O Rito não pode cessar,
Bandeiras, hinos, honrarias,
Na missa dos 7 dias vou comungar.
Velórios, rituais, mutilações,
Muitas confissões a fazer,
Nenhuma remissão a conceder.
Os criadores da criação,
Amaldiçoaram sua benção,
Abençoando sua maldição.
Construtores da Destruição.
Na batalha contra sua criatividade, Ele venceu,
Derrotando a si mesmo, Ele perdeu.
Nas lendárias escrituras a inscrição:
“Virão os Construtores da Destruição.”
Os criadores da criação,
Amaldiçoaram sua benção,
Abençoando sua maldição.
Construtores da Destruição.
(Compositor: Michel F.M.)
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michel f.m.,
O último registro da raça humana,
Poeta
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Seu Pesadelo
O braço dormente, a garganta seca,
As pernas trêmulas, aquela enxaqueca,
O cansaço levando a exaustão,
Monstruosidades despertaram.
Na noite o seu pesadelo te encontrou,
E ao som do desespero despertou,
A lança num golpe certeiro flagelou,
Mas a força interior te sustentou.
Aquele antigo pesadelo,
Retornou pra atormentar,
Em uma prisão de gelo,
Quer te encarcerar.
Na noite o seu pesadelo te encontrou,
E ao som do desespero despertou,
A lança num golpe certeiro flagelou,
Mas a força interior te sustentou.
No fundo do túnel você avistará,
Apenas alguém com quem contar,
Apenas alguém em quem confiar,
E do seu pesadelo te resgatará.
Na noite o seu pesadelo te encontrou,
E alguém em quem você confiou, te resgatou.
(Compositor: Michel F.M.)
As pernas trêmulas, aquela enxaqueca,
O cansaço levando a exaustão,
Monstruosidades despertaram.
Na noite o seu pesadelo te encontrou,
E ao som do desespero despertou,
A lança num golpe certeiro flagelou,
Mas a força interior te sustentou.
Aquele antigo pesadelo,
Retornou pra atormentar,
Em uma prisão de gelo,
Quer te encarcerar.
Na noite o seu pesadelo te encontrou,
E ao som do desespero despertou,
A lança num golpe certeiro flagelou,
Mas a força interior te sustentou.
No fundo do túnel você avistará,
Apenas alguém com quem contar,
Apenas alguém em quem confiar,
E do seu pesadelo te resgatará.
Na noite o seu pesadelo te encontrou,
E alguém em quem você confiou, te resgatou.
(Compositor: Michel F.M.)
domingo, 13 de março de 2011
Réquiem (mérito merecido)
Finalmente sou quase alguém
Que não queria ser.
Mas temos que ser algo,
Mesmo que um fardo
Para carregar
Ou carregarmos outrem.
Ou embarcarmos num trem
Que esvai, evaporando
E deixando nu,
Desabrigado, desobrigado,
Diz obrigado no réquiem.
O descanso é um mérito merecido.
Réquiem, descanso merecido.
Introduzindo uma mensagem
Extrovertemos as vantagens de opinar,
Intuitivos opinem e assimilem,
Reencontramos nosso réquiem.
O descanso é um mérito merecido.
Réquiem, descanso merecido.
Réquiem, mérito merecido.
(Compositor: Michel F.M.)
Que não queria ser.
Mas temos que ser algo,
Mesmo que um fardo
Para carregar
Ou carregarmos outrem.
Ou embarcarmos num trem
Que esvai, evaporando
E deixando nu,
Desabrigado, desobrigado,
Diz obrigado no réquiem.
O descanso é um mérito merecido.
Réquiem, descanso merecido.
Introduzindo uma mensagem
Extrovertemos as vantagens de opinar,
Intuitivos opinem e assimilem,
Reencontramos nosso réquiem.
O descanso é um mérito merecido.
Réquiem, descanso merecido.
Réquiem, mérito merecido.
(Compositor: Michel F.M.)
quinta-feira, 3 de março de 2011
O Último Registro da Raça Humana
...Ele foi Bravo, Calmo, Irritado, Feliz,
Engraçado, Triste, Bom, Mal, Justo, Sonhador,
Respeitado, Amado, Odiado, Escorraçado,
Foi Alegre, Depressivo, Empolgado, Cansado,
Distraído, Observador, Cantor, Compositor.
Foi Pai, Irmão, Filho, Tio, Padrinho, Amigo,
Marido, Vizinho, Falso, Honesto, Conhecido,
Trabalhador, Desempregado, Mitra, Caridoso,
Esbanjador, Pensativo, Ausente, Atento,
Esportista, Sedentário, Derrotado, Vencedor.
Egoísta, Companheiro, Violento, Carinhoso,
Indeciso, Mentiroso, Correto, Verdadeiro,
Preso, Condenado, Inocentado, Libertado,
Ateu, Crente, Católico, Budista, Xiita, Pastor,
Poluidor, Ambientalista, Analfabeto, Leitor.
Foi Ídolo, Desconhecido, Exemplo, Esquecido,
Pobre, Rico, Ridículo, Belo, Escravo e Senhor.
Embaixador da boa vontade, Terrorista, Matador,
Ativista, Pacifista, Homicida, Doutor, Doador,
Foi Santo, Bendito, Imaculado, foi Pecador.
Ignorante, Sábio, Discípulo e Educador.
Ele foi descendente de Eva e Adão,
Brotou, durou e expirou na Alameda do Éden,
Evoluiu dos Primatas, foi Homo Sapiens.
(Compositor: Michel F.M.) © 2010
Engraçado, Triste, Bom, Mal, Justo, Sonhador,
Respeitado, Amado, Odiado, Escorraçado,
Foi Alegre, Depressivo, Empolgado, Cansado,
Distraído, Observador, Cantor, Compositor.
Foi Pai, Irmão, Filho, Tio, Padrinho, Amigo,
Marido, Vizinho, Falso, Honesto, Conhecido,
Trabalhador, Desempregado, Mitra, Caridoso,
Esbanjador, Pensativo, Ausente, Atento,
Esportista, Sedentário, Derrotado, Vencedor.
Egoísta, Companheiro, Violento, Carinhoso,
Indeciso, Mentiroso, Correto, Verdadeiro,
Preso, Condenado, Inocentado, Libertado,
Ateu, Crente, Católico, Budista, Xiita, Pastor,
Poluidor, Ambientalista, Analfabeto, Leitor.
Foi Ídolo, Desconhecido, Exemplo, Esquecido,
Pobre, Rico, Ridículo, Belo, Escravo e Senhor.
Embaixador da boa vontade, Terrorista, Matador,
Ativista, Pacifista, Homicida, Doutor, Doador,
Foi Santo, Bendito, Imaculado, foi Pecador.
Ignorante, Sábio, Discípulo e Educador.
Ele foi descendente de Eva e Adão,
Brotou, durou e expirou na Alameda do Éden,
Evoluiu dos Primatas, foi Homo Sapiens.
(Compositor: Michel F.M.) © 2010
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
O último registro da raça humana
“Nunca mais olharei para traz
e prometo que a próxima vez
será a última.”
(Michel F.M.)
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